
E pronto as casas foram abaixo e neste momento mais não existe do que um monte de entulho, esta é a fragilidade da nossa estabilidade.
Num momento destes é impossível não nos colocarmos na posição das pessoas que ali viviam, e se fosse eu? Certo é que por vezes as coisas acontecem, e nada do que possamos fazer mudará aquilo que está perante nós.
Existem sempre perguntas legitimas que se poderiam colocar, mas a quem? Alguém errou?
A habitação estava licenciada?
O licenciamento da habitação foi instruído correctamente?
Existiam alternativas válidas para o traçado do IC9?
Não posso deixar de me colocar na pele das pessoas que sofreram com isto e para as familias que ali viviam vão neste momento os meus pensamentos.